As pessoas

A primeira consultoria de engajamento nasceu do ideal de três sócios que acreditam que se as empresas não conhecerem profundamente seus públicos não é possível engajá-lo, afinal, existem culturas e comportamentos diferentes e entender isso é crucial para o engajamento. Por isso, temos como premissa trabalhar com todos os tipos de pessoas considerando suas formações, origens, experiências e culturas. Prova disso é que mulheres, negros, pessoas com deficiência, LGBT e estrangeiros compõem cerca de 70% das pessoas que trabalham conosco. Assim, aumentamos nossa empatia
e capacidade de entender e desenvolver estratégias efetivas para todos.


Por essa visão, em 2016, entramos no seleto hall de empresas com o Selo Paulista da Diversidade,
um reconhecimento por nossas práticas e luta a favor da diversidade.



Jean Soldatelli

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Formado em Comunicação Social pela ECA-USP, se interessa por tudo relacionado a comportamento humano. Exemplo disso é o curso de Ciência da Felicidade que fez pela UC Berkeley. Antes da Santo Caos, trabalhou por 7 anos no mercado de comunicação e marketing com planejamento digital e de endomarketing, quando ganhou 12 Globes Awards nacionais e mundiais.

Daniel Santa Cruz

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Formado em Comunicação Social pela ECA-USP, é apaixonado por histórias e narrativas. Foi redator criativo para clientes como Bradesco, Itaú, Sony e Yamaha e vencedor de dois Globes Awards antes de co-fundar a Santo Caos.

Guilherme Françolin

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Profissional inquieto e hiperativo que odeia se acomodar. Publicitário formado pela USP, com pós-graduação em Gestão de Pessoas e Negócios pelo Insper, já passou por diversas áreas de Planejamento, Novos Negócios e Marketing em pequenas, médias e grandes empresas.



Angélica Souza

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Formanda em Comunicação Social pela ECA-USP, foi embaixadora da USP para a rede pública e colaborou com o escritório da USP Mulheres. Atuou também em projetos sociais para jovens de baixa renda pela FIA, e em marketing de bens de consumo na Unilever. Por fim, tem forte participação em trabalhos voluntários na periferia, os quais envolvem temas latentes da sociedade relacionados à direitos civis e equidade de gênero e raça na própria sociedade e mercado de trabalho.